quinta-feira, 21 de abril de 2016

DIREITO DO AMIGO

Os anúncios publicitários também nos ensinam e nos levam a pensar.
Tudo tem o seu lado positivo e tudo tem o seu propósito.



quarta-feira, 20 de abril de 2016

LISBOA: BELÉM

Um olhar turista sobre Belém:
"Aterro" de comboio na estação de Belém. Ponho-me a mexer e logo avisto os jardins do Ultramar. Bonitos e bem cuidados, apesar da multidão que ali passa, que fica, aprecia e desfruta. Sabe bem andar pelos jardins.





Em poucos passos chego ao passeio mais pisado de todos e avisto os famosos toldos azuis escuros. Mas que grande fila!!!!!! Não sou eu que ali vou ficar para saborear uns pasteis de nata, embora seja uma grande apreciadora.

Mas como turista devia ficar!! :)

Ali estão todos em pé na grossa e longa fila que dá a volta ao quarteirão. Bem dispostos e com todo o Tempo do mundo ... pois claro, estão de férias :)

E durante todo o passeio sempre que me lembro olho. E olho para ver o que as pessoas transportam na mão, e realmente não encontrei ninguém sem saco de Pastéis de Belém.
Incrível!!! Incrível!!! A minha pergunta teve 100% de respostas afirmativas:

- Tem saco dos Pasteis de Belém?? ;) ;)

Continuando como turista vou ao Mosteiro dos Jerónimos ... sempre imponente.
Mas a fila para comprar bilhete?? Oh!! Metade da fila dos Pasteis de nata. Hum... algo não vai bem com a cultura ... ou será que a bilheteira é mais rápida que os empregados dos toldos azuis?! ....






Continuo pelos jardins e passo a estrada pelo túnel subterraneo de peões.
Fico de frente para o Padrão dos Descobrimentos.

E junto ao rio. Hum... que sabe tão bem.
Embora ali esteja um mar de gente, há sempre um silêncio naquele lugar. Talvez devido à imensidão de água do rio, aos barcos que navegam, ao horizonte ser distante, ou há quantidade de coisas que olhamos ao mesmo tempo: a ponte 25 Abril, o Cristo Rei, os barcos, o rio, a multidão, as aves que voam no céu, ...

Gente em pé, gente que caminha, gente que ri, gente que fica pelo chão, gente que namora, gente ...



Passo por esplanadas cheias de gente e de boa vista também.
38º41´é um bar junto ao rio, que pertence ao hotel Altis.
Está cheio, não posso ficar.



Caminho até à Torre de Belém.


Mas continuo mais além, até ao meu sítio mágico, aquele que descobri há pouco tempo, no último passeio a Belém.
Neste local mágico há muito silêncio e perco-me no tempo.
O lago parece prolongar-se para o rio, brilha e faz um efeito lindo.

Hoje tenho direito ao melhor lugar: o chão atrás de uma das colunas está vazio!! Yupi !!!

E aqui permaneço na contemplação...
As aves vêm beber no lago, e hoje são tantas em simultâneo... quando alguém se aproxima elas voam e embelezam mais o meu quadro ....




Aqui ficam também algumas boas ideias de negócio.


E de regresso despeço-me do local. Até à próxima. Bye


domingo, 17 de abril de 2016

PENICHE e BALEAL

Estou no The Base.
Hum... perfeito!!!!!
Boa música, decoração gira, muffin de chocolate decorado, e um chá de folhas de hortelã.... vista de mar e Berlengas ... pouca gente... calmo.
Só tenho um poste de iluminação no meio da minha vista. Se não o tivesse seria perfeito.
O sofá é super confortável !!!
E tem Wi-Fi (cortaram-me a Net).


Depois de uma caminhada animada pela praia, com os pezinhos na areia molhada, chego ao Baleal.
De Peniche ao Baleal pode-se ir pela praia ou por uma ciclovia junto à estrada.
Na maré vazia tem uma grande extensão de areia molhada e dura, onde se pode caminhar bem e desfrutar do sossego e da maresia.
A malta do Surf invade a zona, mas o que não falta é areia vazia para se desfrutar de uma bela vista de praia. Bom ambiente e relax!!
E pelas fotos vê-se bem a "multidão" ;) neste dia solarento de Primavera, sem vento e com calor agradável.
De salientar que todo o trajeto de praia é seguro e recomendado, sempre com o Baleal na linha do horizonte e com algumas pessoas a passarem de quando em vez.

Ainda foram 3Km de caminhada pela areia. O regresso foi pela ciclovia em passo acelerado, devido ao adiantado da hora, e os últimos 1,5Km foram literalmente de corrida.
Um total de cerca de 6Km.





Vai um cházinho de folhas frescas de hortelã?? :)
e um muffin de chocolate decorado com physalis ;)

sexta-feira, 15 de abril de 2016

UM DIA de CHUVA

Adoro um dia de chuva!!
Gosto de ver chover.
Gosto de ouvir chover.
Gosto de andar à chuva.

Apesar do barulho das buzinas e das filas intermináveis, um dia de chuva é sempre mais silencioso e com mais Tempo e Espaço.


Um dia de chuva é ótimo para tratar de assuntos, não está ninguém e somos logo atendidos. Os empregados estão mais simpáticos porque atenderam menos gente. E até esperam por nós com um sorriso.

Um dia de chuva é o ideal para ir ao cabeleireiro, ninguém vai pois sai-se a porta e apanha-se chuva e o cabelo fica logo estragado. Mas para quem detesta ir ao cabeleireiro e só lá vai quando o cabelo está mesmo muito branco, é ótimo um dia de chuva, depressa chega a nossa vez.

Um dia de chuva também é ótimo para se sair à noite, está tudo mais calmo, assemelhando-se a uma noite de Benfica na TV.

Bom ... Mas um dia de chuva não é bom para andar a passear com compras em sacos de papel.
Poffffff!!! Tudo caído na escada rolante!! Oh!!!!
Venho com as compras ao colo e perdida de riso :) :)


sábado, 9 de abril de 2016

EXCELENTE

Ser-se excelente.... andar acima das multidões ... ser íntegro.

Ainda que seja um varredor de ruas... vou-me esforçar por varrê-las na perfeição.
Um dia vou esquecer alguns lixos nos cantos mais inacessíveis ... mas todos os dias vou-me esforçar por varrer na perfeição, mesmo nesses cantos.

Mesmo que seja um varredor de ruas ... posso fazer o meu trabalho com excelência. E posso sentir o orgulho de ter a cidade mais limpa da região.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

LISBOA: BAIXA/CHIADO

Hoje havia música no Rossio!
Parei e fui ver. E vejam que estranho instrumento musical :)
A música ecoava pelas ruas circundantes. Realmente o Rossio estava mais animado. Tiro umas fotos, procuro o melhor ângulo e nisto acabo por me perder no Tempo. Otima pausa a meio de um dia de trabalho.
O Rossio, o Chiado .... a baixa, acabam por não ser só para turistas mas também para os nacionais que acabam por se confundir na paisagem e desfrutam de uns bons momentos de descontração no seu próprio pais e na sua terra natal.



Subo ao Chiado e oiço a música que não gosto, mas que fica bem no ambiente, e por isso e só por isso gostei de a ouvir, soube mesmo bem. Recordei os dias que passei em Austria e a música que se tocava nas ruas, bem diferente, mas igualmente típico e próprio de cada geografia. Prefiro ouvir violino, mas concordo que aquele carro a vender fado está muito bem situado no Chiado a vender aquilo que é nosso.
E continuo pela Rua Garrett, e armada em turista até paro a apreciar a fachada do emblemático café "A Brasileira". Aquele que tem a estátua do Fernando Pessoa na esplanada. Espero para conseguir tirar uma foto à estátua sem pessoas por perto, mas desespero .... missão impossível... há sempre um turista por perto.


Aqui também há música, aqui neste ambiente, até me esqueço que trabalho da parte da tarde.
Mas faz bem esta pausa, corta os pensamentos, faz descansar e trás Silêncio entre o barulho.
Despeço-me olhando o horizonte, onde avisto o rio de um lado e o castelo de S. Jorge do outro.



terça-feira, 5 de abril de 2016

RELATIVIZAR

Não se trata de ser pirata como a pessoa da foto, mas de dar valor às pequenas grandes coisas que temos todos os dias e nem sequer reparamos porque nos habituamos a viver com elas, fazem parte de nós e do nosso quotidiano.


Mas quando uma mãe diz a um filho de 10 anos para ir buscar o comando da televisão com os olhos vendados não está a brincar aos piratas, mas sim a mostrar-lhe a grande bênção que ele tem em não ser cego.
E porque não é cego e consegue ver os programas favoritos ele deve parar de se queixar e de sentir-se desmoralizado.


É preciso relativizar!

Mas se não tenho uma doença grave, se não sou cego, nem surdo, nem mudo, porque hei-de dar tanta importância aos problemas que tenho? Porquê tanta tristeza e ansiedade?
Porquê?
Porque só conseguimos sentir as nossas coisas menos boas. Não estamos doentes, nem com fome, nem com frio, nem vivemos num país em guerra, nem ...


Relativamente a esses problemas maiores, o que são os nossos??

Se relativizarmos vamos ver como as nossas preocupações, tristezas, angústias, sofrimentos, ..., são tão insignificantes. Se nos preocuparmos com causas maiores vamos conseguir adormecer os nossos problemas e assim sofrer menos por eles, e seremos mais felizes.
Claro que em muitas alturas da vida não se consegue efetuar este raciocínio. Mas ele é o correto e deve-se lutar por conseguir relativizar.


Não se trata de deixar de lutar por um sonho. Os sonhos existem para que se tornem realidade, depois de nos esforçarmos por eles.
Mas quando não for possível por algum motivo, é preciso relativizar os aspetos da nossa vida que nos fazem sofrer e nos trazem angústias.

Relativizar para que consigamos ser felizes com o pouco que nos é dado.
Relativizando bem, esse pouco será muito e vai-nos encher de Alegria.


Pela manhã vamos começar por questionar o dia:
- O que vou fazer hoje que me poderá causar alegria e bem estar?

E depois de achar a resposta vamos centrar o pensamento em desenvolver essa tarefa na perfeição, para que se encontre felicidade nela. Vamos focar o pensamento nela e "esquecer" aquilo que nos atormentar.

domingo, 3 de abril de 2016

ALENTEJO: A MINHA QUINTA

Mais um passeio no Alentejo. Desta vez para apreciar outras vistas e diferentes atividades.
Hoje vou fazer Geocaching. Pois, aqui no meu alentejo também há dessas modernices :)

Geocaching é um jogo mundial, tipo caça ao tesouro através de coordenadas GPS. Mas o essencial é que os mais pequenos adoram descobrir as caches guardadas nos locais mais excentricos e dificeis de encontrar. Para eles é uma aventura, uma descoberta e um desafio.
Para os pais é uma boa forma de levar as crianças a interessarem-se pela natureza e a sair dos seus joguinhos sedentários em frente a uma consola ou a um PC. E de todos respirarem um pouco de ar puro e de absorverem a dose diária de vitamina D.

E lá fomos nós  de bike à nossa Aventura, procurar a nossa cache. E foi o pequenote que encontrou a caixa de plástico escondida dentro de uma árvore.

 Escrevemos o nosso nickname e data e enviámos o "encontrada" pelo telemóvel. E ganhámos mais um smile no nosso mapa Geocaching.
Aqui está a nossa árvore mistério onde estava escondida a nossa Cache:

Mas aqui no meu alentejo há muito para fazer. E não faltou o passeio de kayak.
Agora o pequenote também já tem kayak para ele, e não rema nada mal. Tive uma boa companhia ao meu lado :)

Também não faltou a caminhada até ao fundo da barragem, onde não se ouve mais que o ruido da natureza. Onde o ruido humano não chega.
É um local lindo onde reina a tranquilidade. Onde se avistam muitas aves e onde vimos uma raposa no último fim de semana. Mas desta vez ela não quis nada connosco e lá ficámos sozinhos na contemplação de tão bela paisagem.


No meu Alentejo há de tudo e também há animais de quinta. Uma vez ajudei a dona deste compexo turistico no nascimento de um carneiro. Estava um bocado enojada a princípio, mas foi fascinante poder ajudar aquele animal que estava tão aflito. O olhar de agradecimento da ovelha mãe ... ainda me lembro dele.

Aqui as galinhas são de campo, pastam como os outros animais.


E também há cavalos. Cavalos para ver e para alugar. A dona desta "quinta" é conhecida por dar todos os dias um passeio a cavalo às 6h, pelo seu território.

E assim nos despedimos do nosso Alentejo. Até à próxima.

E para finalizar almoçámos um delicioso Borrego Assado na melhor paisagem alentejana.
E de sobremesa a famosa serradura que anuncia no restaurante cá do sítio.
(aqui no silêncio de quem não nos ouve vai um segredo muito secreto??: eu sou vegetariana. Não se nota muito, pois não?? ;) ;)  )